quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Mundo Virtual

Esta nova realidade que hoje vivemos....


É algo, que é!
É algo, que não é!


Podemos ser tudo, sem o ser!
Podemos ter tudo, sem o ter!


É sonhar acordado...
É desejar, sem ver, sem sentir...


É emoção!
É ultrapassar limites...
Qualquer coisa, do tipo:

Ela, pode ser ele...
Ele, pode ser ela...

Velho, pode ser novo...
Novo, pode ser velho...

Solteiro, pode ser casado...
Casado, pode ser solteiro...

Virgem, pode ser puta...
Puta, pode ser virgem...

Introvertido, pode ser extrovertido...
Extrovertido, pode ser introvertido...

Verdade, pode ser mentira...
Mentira, pode ser verdade...

Tudo, pode ser nada...
Nada, pode ser tudo...

ETC, pode ser ETC...
ETC, pode ser ETC...

Que mundo é este?

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

A minha vida de prazer...Blog

Ora bolas!

Lá se foi mais um blog que gostava de acompanhar.

Gostava da ousadia e irreverência desta mulher, infelizmente resta agora a saudade e a tristeza da sua partida.

Felicidades para a tua nova forma de estar.

Bjs

sábado, 5 de setembro de 2009

BOM AMIGO! PORQUÊ? (4)

Continuação...

Senti as minhas pernas a tremer, mas fiz-lhe a vontade...De seguida começou a tentar desapertar as minhas calças, imediatamente a ajudei... confesso que o “meu pequeno irmão” estava mais assustado que eu, mas ela de imediato, enquanto era penetrada pelo companheiro começou a acariciar o “meu pequeno irmão”, ao começar a tomar as melhoras ela não teve duvidas de acariciá-lo com a sua língua de uma forma meiga e audaz, seguindo-se leves mamadas, que me iam deixando louco de tesão, tentei desviar-me um pouco daquelas fortes sensações, pois corria o risco de me vir rapidamente e passar uma valente vergonha perante ela e ele, que estavam naquele bem bom antes de eu chegar... passados uns bons minutos, ela gemia cada vez mais intensamente seu companheiro arfava de prazer, pensei que devia estar a chegar um momento de me deixar ir pelo imenso prazer que me estava a dar aquela gostosa mamada...

Sentia que não aguentava mais, senti-me na obrigação de pronunciar umas breves palavras, como forma de aviso...
- Estou-me a vir...
- Quero todo teu leite (disse ela)

Aguentei mais uns minutos, para disfrutar ao máximo aquele momento.

De um forma não planeada, viemos-nos em uníssono, mantivermos-nos quietos e em silencio por alguns minutos, depois de bem chupado e do “meu pequeno irmão” se ter encolhido e aquela maravilhosa mulher se ter erguido, vesti-me o melhor possível.
Sabendo que aquele lugar não era o meu, enquanto saia consegui balbuciar apenas uma palavra.

- Obrigado!
- Obrigada eu, BOM AMIGO! , disse ela...
FIM

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

BOM AMIGO! PORQUÊ? (3)

Continuação...
Findas a Aulas, devia rondar as 11:30 da noite, cada um de nós foi para a sua viatura, como era hábito o meu carro ficava sempre mais longe, os colegas preferiam a confusão junto da faculdade. O meu ficava sempre num largo, que servia de estacionamento a dois Restaurantes, que tinham sempre algum movimento à sexta-feira, já sozinho dirigia-me para o meu carro e ainda de longe, noto que no carro ao lado meu havia um certo movimento, para ser mais preciso digo-vos que a minha viatura estava com a frente virada para a estrada e a outra com a traseira, logo as portas do condutor estavam mesmo lado a lado. Quanto mais me aproximava, mais estranhava a ausência de alguém ao volante, como já tinha dito, algo tinha feito oscilar aquela viatura...Enquanto abria a porta do meu carro, movido pela curiosidade olho para o interior da outra viatura, quando vejo um casal num perfeito encaixe no banco do pendura, ligeiramente inclinados sobre o banco do condutor, com ele por trás dela... confesso que o meu olhar se desviou rapidamente, entrei rápido no meu carro, pensando que aquele casal se estava a comer ali mesmo, ao mesmo tempo completamente atrapalhado, notório com o saltar das chaves na minha mão, que não encontravam o raio do buraco da ignição...Por fim consegui pôr o carro a trabalhar, mas tinha que confirmar aquela cena, olhei uma última vez... Sou surpreendido com o inesperado...
Aquela mulher me acenava com a sua delicada mão e com um olhar de quem me estava a chamar, quase que me ia embora, num ultimo momento desligo o carro e dirigi-me para ela, fez-me sinal para abrir a porta, o que fiz de imediato, seus doces lábios moveram-se e sairam da sua boca as seguintes palavras...
Queres sentar-te aqui? Preciso ter algo na boca...
- Sim! Disse eu.
(continua...)